segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Santa Catarina terá lançamento de livros nacionais sobre o Rádio




Os jornalistas Ricardo Medeiros, Valci Zuculoto, Eduardo Meditsch e Izani Mustafá participam das obras.

Nesta quinta-feira, 10 de novembro, ocorre no estado catarinense o lançamento regional de dois livros impressos com destaque nacional. Trata-se de “Panorama do Rádio no Brasil”, organizado por Nair Prata, e “70 Anos de Radiojornalismo no Brasil (1941-2011)”, organizado por Sônia Virgínia Moreira. 

Na primeira obra, há um artigo do jornalista Ricardo Medeiros sobre as emissoras da região de Florianópolis. Na outra obra, a professora da UFSC Valci Zuculoto  escreveu “Raízes e transformações no modelo de notícias para o rádio”. O também professor da Universidade Federal, Eduardo Meditsch, assina a orelha do livro.   

Os autores pertencem ao Grupo de Pesquisa (GP) de Rádio e Mídia Sonora da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. 

O lançamento terá como local, às 19 horas, a Assembleia Legislativa.  A iniciativa do evento é da Associação Catarinense de Imprensa-Casa do Jornalista, em conjunto com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina.

Na oportunidade será lançado ainda o e-book "Mídia Sonora em 4 dimensões", obra com coordenação de  Nair Prata e Luciano Klöckner.  Do estado catarinense há duas pesquisadoras com artigos, Izani Mustafá e Valci Zuculoto. O e-book está disponível no endereço eletrônico:




 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Aos 17 anos, ela fala Japonês sem ter frequentado um curso oficial


Beatriz Aguiar está na segunda fase de jornalismo da UFSC. Adora aprender línguas orientais.

Meus parabéns antecipados à Beatriz, 
que comemora 18 anos no dia 24/10


 
Este ano, ingressei na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) como professor substituto, na área de jornalismo. Por lá conheci alunos super legais. Dentre às várias figuras interessantes está Beatriz Nedel Mendes de Aguiar, que cursa o primeiro ano de jornalismo.  

 Aos 17 anos (breve 18), esta mocinha se enveredou pelo mundo das línguas orientais. Fala japonês e está aprendendo mandarim e coreano. Ah, já fez algumas aulas de italiano.  Com vocês, a minha aluna de rádio: Beatriz.

Relato

Eu me chamo Beatriz Nedel Mendes de Aguiar, embora tenha adotado como nome jornalístico Beatriz Aguiar, já que meu sobrenome tem inúmeras formas de leitura – pura praticidade. Nasci em 24 de Outubro de 1993, o que me configura automaticamente como a pessoa mais nova na minha turma de jornalismo da UFSC. 


Minha mãe é professora da Biologia da UFSC e meu pai, formado em Odontologia também nessa faculdade, trabalha no Hospital Universitário. Tenho dois irmãos: O mais velho, de 1989, cursa Computação; a mais nova, de 1995, ainda está no Ensino Médio.


Um dos meus hobbies mais frequentes é aprender línguas por conta própria. E tudo começou cedo: aos dez anos, se bem me lembro, comecei a aprender japonês. E repentinamente, porque me parecia interessante aprender... Mas é claro que não foi tão súbito – aos seis anos de idade, quando a única função delegada a mim era assistir televisão, eu já acompanhava animações japonesas. Acompanhava atenciosamente. 

 Cada pequeno detalhe da cultura japonesa que aparecia nos desenhos me deixava mais curiosa, de maneira que a ideia de aprender japonês foi se formando na minha mente. Lembro-me de pegar pacotes de suco, procurar no verso e copiar os ideogramas que ali encontrava. Esse foi meu método de estudo até os dez anos de idade, quando um amigo da minha mãe, compadecido, resolveu me presentear com uma apostila de japonês. E foi aí que tudo começou.


Desde então, tenho aprendido outras línguas também. No início desse ano, comecei a aprender o alfabeto coreano e a conversação básica. Mais recentemente, iniciei o mandarim. Fiz algumas aulas básicas de italiano e procurei a gramática latina, embora em um nível nada aprofundado. É algo que eu gosto de fazer nas horas vagas, e nada mais.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Emissoras de rádio de Florianópolis são destaques em livro nacional

O artigo que aborda a região discorre sobre 22 estações.



O livro Panorama do Rádio no Brasil será lançado na próxima segunda-feira, dia 5 de setembro, em Recife, durante o 34º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. O trabalho pioneiro traça um amplo inventário das emissoras de rádio de todas as 27 Regiões Metropolitanas do país. Com organização de Nair Prata, a obra leva o selo da editora insular. A iniciativa é do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).

Florianópolis está presente com um artigo de minha autoria. Há no nosso grande centro populacional 22 emissoras, sendo dez em amplitude modulada (AM) e 12 em frequência modulada (FM). Somente a capital catarinense congrega 14 estações. No cômputo geral, o destaque fica por conta do avanço das igrejas nas ondas hertzianas, uma vez que controlam sete rádios com programação religiosa.

Das emissoras em FM, exceto a Regional, UDESC e a Cidade, nove formam redes, ou seja, transmitem no todo ou em grande parte uma programação comum. No caso das AMs, operam desta forma a CBN Diário e a Guarujá.

Das estações de amplitude modulada, três delas têm caráter de rádio informativo (CBN Diário, Guarujá e Record) e quatro possuem 100% de programação religiosa (Cultura, Central, Santa Catarina e Voz Missionária).

Na categoria rádio popular se encaixam três estações: Guararema, Clube e Vale. São emissoras que tentam chegar ao máximo de público, com foco principal nas classes C e D, aliando a isso uma locução vibrante e a participação do ouvinte em jogos e passatempos. Em AM, Florianópolis sedia oficialmente seis emissoras de rádio e São José duas. São João Batista e Tijucas, cada uma das cidades possui uma rádio do gênero.



Frequência Modulada



Das doze emissoras em FM da Região Metropolitana, oito receberam concessão do Governo Federal para operarem no município de Florianópolis e quatro têm licença para as cidades de São José (2), Santo Amaro da Imperatriz e Tijucas. Existem três estações ligadas a igrejas evangélicas: Sara Brasil, Continental 99, 3 e Novo Tempo.

A Antena 1, Itapema e UDESC caracterizam bem o que é chamado de rádio de relaxamento ou de baixa estimulação. O rádio de mobilização é verificado nitidamente na Atlântida, Regional, Band, Jovem Pan,Transamérica Hits e Cidade. A alta estimulação tenta tornar o ouvinte participativo de uma transmissão em ritmo dinâmico.



Interação



Na convergência de mídias, a CBN Diário transmite o programa esportivo Debate Diário, das 13h às 14 horas, e o Notícia na Tarde, das 15h às 16 horas, também pela TVCOM, canal pago da RBS. A Rádio Record utiliza-se do áudio integral de algumas atrações das televisões Ric Record e Record News para abastecer a grade de programação.





Futebol

Há pouco tempo, apenas as rádios de amplitude modulada Guarujá e CBN Diário faziam a cobertura dos jogos de futebol do Avaí e do Figueirense. Mas o privilégio acabou. Em Florianópolis, a Band FM e a Regional FM também apostaram no ramo para atrair audiência. As duas emissoras formaram equipes esportivas para acompanharem os times no Estado e em outras regiões.



QUADRO DE EMISSORAS



Amplitude Modulada (AM)

CBN Diário (740)-Florianópolis

Central (1.060)-Florianópolis

Clube (1.190)-São João Batista

Cultura (1.110)- Florianópolis

Guararema (1.230)-São José

Guarujá (1.420)- Florianópolis

Record (1.470)-São José

Santa Catarina (890)- Florianópolis

Vale (950)- Tijucas

Voz Missionária (9.665)- Florianópolis





Frequência Modulada (FM)



Antena 1 (92,1)- Florianópolis

Atlântida (100,9) - Florianópolis

Band-(96,1)-Florianópolis

Cidade FM (90,7)- São José

Continental (99,3)- São José

Itapema (93,70)- Florianópolis

Jovem Pan (101,7)- Florianópolis

Novo Tempo (96,9)- Florianópolis

Regional (106,5)-Santo Amaro da Imperatriz

Sara Brasil (89,1)- Florianópolis

Transamérica hits (91,50)- Tijucas

UDESC (100,1)- Florianópolis









domingo, 28 de agosto de 2011

Lançada Edição comemorativa dos 70 anos do Repórter Esso*


A obra é de autoria do jornalista e professor da Famecos Luciano Klöckner.

A edição comemorativa dos 70 anos de um dos maiores sucessos radiofônicos mundiais já está disponível. A obra O Repórter Esso - A Síntese Radiofônica Mundial que Fez História, de autoria do jornalista e professor Luciano Klöckner, marca o aniversário da primeira transmissão do noticioso radiofônico, em 28 de agosto de 1941.

A obra reúne pesquisas desenvolvidas pelo autor desde 1990 a partir de cursos de especialização, mestrado e doutorado realizados na Faculdade de Comunicação da Universidade (Famecos). A publicação é acompanhada por um DVD com diversos áudios do programa veiculado até 1968 e que até hoje baliza o jornalismo em rádio de todo o mundo.

Klöckner resgata a história e apresenta uma análise crítica das notícias, depoimentos de historiadores, radialistas e jornalistas, além de reportagens e artigos sobre o Repórter Esso na imprensa brasileira. O programa foi transmitido por 60 emissoras de diversos países entre os quais o Brasil. Acompanhou importantes fatos históricos, nos quais a sua participação ou omissão foi fundamental, como na Segunda Guerra Mundial e na campanha O Petróleo é Nosso.

A publicação, editada pela Edipucrs e a AGE Editora, é comercializada na Livraria Edipucrs. Informações pelos telefones (51) 3320-3523 ou 33203906, ou pelo e-mail editora.vendas@pucrs.br

* Texto escrito por:
Sandra Modena

Jornalista MTB/RS 12.910


domingo, 14 de agosto de 2011

Grupo de Pesquisadores Publica Livro sobre Panorama do Rádio no Brasil

A obra será lançada no dia 5 de setembro durante congresso da Intercom




Em setembro, na cidade de Recife (PE), será lançado o livro Panorama do Rádio no Brasil, durante o 34º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. O trabalho pioneiro traça um amplo inventário das emissoras de rádio de todas as 27 Regiões Metropolitanas do país. Tive o prazer de escrever um artigo sobre Florianópolis . O material discorre sobre 22 emissoras: 10 em amplitude modulada (AM) e doze em freqüência modulada (FM).



A iniciativa é do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). A obra, com o selo da Editora Insular, tem a organização de Nair Prata. A professora e jornalista, de Belo Horizonte,contou com uma equipe de 52 pesquisadores que, de norte a sul do país, produziram um panorama original da radiofonia brasileira.





O livro tem 590 páginas e mapeia 561 emissoras de todas as Regiões Metropolitanas. A obra, que será lançada no dia 5 de setembro, faz parte de um amplo projeto de pesquisa, que pretende inventariar todas as emissoras de rádio de todos os Estados e de todos os municípios brasileiros. O projeto ainda abrangerá as emissoras que funcionam apenas na internet, as webradios.



Segundo a professora Nair Prata, o trabalho de pesquisa durou cerca de um ano. A professora explica: “É importante destacar que são pesquisadores locais, inseridos na comunidade, a maioria deles professores universitários, que realizaram a investigação”.



A realização de uma pesquisa tão ampla teve seus problemas, conforme Nair:

“Enfrentamos algumas dificuldades na realização desta investigação. A primeira delas foi a formação do grupo de pesquisadores, pois precisávamos de pelo menos um representante em cada Capital e também em Brasília. Fizemos convocações aos grupos de pesquisa de todo o país e, assim, conseguimos montar a grande equipe de investigadores.

 Depois, a principal dificuldade foi o levantamento dos dados, já que são poucas, ou inexistentes em alguns casos, as informações oficiais sobre algumas emissoras de rádio, com suas histórias, seus programas, suas trocas de proprietários, suas idas e vindas no dial. Em algumas situações, pesquisadores relataram que houve até má vontade explícita no fornecimento de informações, já que não havia interesse que determinadas histórias ou situações fossem desvendadas e publicadas”.





SERVIÇO

Lançamento do livro Panorama do rádio no Brasil

Data: 5 de setembro (segunda-feira) Horário: 14 às 18h

Local: Universidade Católica de Pernambuco – Recife