Jornal: Notícias do Dia
Data: 07/09/2010
Cidade: Florianópolis
Coluna: ponto Final
Colunista: Carlos Damião
Página: 27
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Documentário sobre crack ganha Prêmio Unimed
Crack: perdas e danos foi o documentário de rádio vencedor do Prêmio de Jornalismo da Unimed, seção Santa Catarina, na categoria Destaque Acadêmico. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi produzido por Eliezer Camargo Alves, aluno da Faculdade Estácio de Sá (SC), sob orientação do professor Ricardo Medeiros. Em sua nona edição, o prêmio busca valorizar e estimular o tema Saúde na pauta dos veículos catarinenses e na área acadêmica.
O documentário Crack: perdas e danos narra histórias de dependentes em recuperação e como é o processo de tratamento. Aborda também as questões sociais que envolvem o tráfico e consumo da droga, bem como a origem e como o crack é feito. Mostra ainda que é possível livrar-se do vício, reconstruir a família e viver em abstinência. Além dos relatos dos adictos, foram ouvidos especialistas para esclarecer os aspectos científicos da dependência química.
Conforme Eliezer Camargo, tanto entre usuários quanto entre os médicos, a opinião é unânime: o crack é a pior das drogas já criadas. “Os danos causados pelo uso da pedra são irreparáveis, pois além de destruir a saúde e as relações sociais, estimula a violência e a criminalidade”, observa.
As formas de tratamento são variadas, porém poucas têm sucesso. A pedra, feita a partir da folha de coca, do arbusto Erythroxylum coca Lamarck, pode viciar o indivíduo logo no primeiro contato. Fumado em cachimbos improvisados ou misturado ao cigarro de maconha, causa dependência grave e escraviza crianças, jovens e adultos. Também não escolhe classe social e ultrapassa todas as barreiras culturais ou econômicas. É comum pessoas bem sucedidas serem vistas comprando ou consumindo a droga ao lado de moradores de rua.
O documentário descreve por meio de entrevistas, a triste realidade de dependentes que, em função do vício, perderam a dignidade, o caráter e a esperança. Passaram a viver longe do círculo familiar e sem as mínimas condições de conforto ou higiene. Faziam qualquer coisa para conseguir mais uma tragada. Quem escapou da prisão ou da morte tenta um recomeço longe da pedra cruel e avassaladora. Lutam para reconquistar o que perderam em um tratamento sem data para terminar.
O documentário Crack: perdas e danos narra histórias de dependentes em recuperação e como é o processo de tratamento. Aborda também as questões sociais que envolvem o tráfico e consumo da droga, bem como a origem e como o crack é feito. Mostra ainda que é possível livrar-se do vício, reconstruir a família e viver em abstinência. Além dos relatos dos adictos, foram ouvidos especialistas para esclarecer os aspectos científicos da dependência química.
Conforme Eliezer Camargo, tanto entre usuários quanto entre os médicos, a opinião é unânime: o crack é a pior das drogas já criadas. “Os danos causados pelo uso da pedra são irreparáveis, pois além de destruir a saúde e as relações sociais, estimula a violência e a criminalidade”, observa.
As formas de tratamento são variadas, porém poucas têm sucesso. A pedra, feita a partir da folha de coca, do arbusto Erythroxylum coca Lamarck, pode viciar o indivíduo logo no primeiro contato. Fumado em cachimbos improvisados ou misturado ao cigarro de maconha, causa dependência grave e escraviza crianças, jovens e adultos. Também não escolhe classe social e ultrapassa todas as barreiras culturais ou econômicas. É comum pessoas bem sucedidas serem vistas comprando ou consumindo a droga ao lado de moradores de rua.
O documentário descreve por meio de entrevistas, a triste realidade de dependentes que, em função do vício, perderam a dignidade, o caráter e a esperança. Passaram a viver longe do círculo familiar e sem as mínimas condições de conforto ou higiene. Faziam qualquer coisa para conseguir mais uma tragada. Quem escapou da prisão ou da morte tenta um recomeço longe da pedra cruel e avassaladora. Lutam para reconquistar o que perderam em um tratamento sem data para terminar.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
No tempo da sessão das moças vai para segunda edição
« O meu livro, No Tempo da Sessão das Moças », já está em sua segunda edição. O selo é da Editora Insular. Trata-se de uma obra que aborda as diversas modalidades de lazer e entretenimento na capital catarinense nos anos 1960, como o cinema, passeios, praia, bares, clubes, zonas de meretrício, leitura de jornais e revistas e audição de rádio. Os interessados podem entrar em contato comigo pelo e-mail: ricardo.leantrodemedeiros@gmail.com ou pelo telefone: (48) 8411-0911.
terça-feira, 8 de junho de 2010
O desafio de Ortiz
Edmílson Ortiz (foto ao lado) seguiu para a Copa do Mundo da Àfrica do Sul como um profissional multifuncional, multifacetado.Terá o papel , pela RBS, por exemplo, de filmar e editar as matérias de televisão que serão veiculadas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
“Você está preparado?”, surge a questão em um bate papo promovido, no dia 31 de maio, pela Casa do Jornalista, Sindicato das Emissoras de Rádio e Televisão (SC), Associação dos Cronistas Esportivos de Santa Catarina e Faculdade Estácio de Sá. “Apesar do meu excelente treinamento, nunca estamos totalmente preparados. Estamos nos preparando sempre, a cada momento”, disse.
Natural de Santa Maria (RS), Edmílson começou a fazer Jornalismo em 1995 e logo na sequência foi trabalhar no Jornal A Razão. Não demorou muito e em 1997 estava na RBS TV da sua cidade. Um ano depois continuou no grupo da Rede Brasil de Comunicação, mas em Florianópolis.
Teve algumas experiências internacionais. Cobriu a despedida de Guga Kuerten no Torneio de Roland Garros, na França e no ano passado fez o Mundial de Vôlei no Catar. Na ocasião, produzia matéria para TV, para o rádio e escrevia para jornais.
Tudo vai s e repetir no Campeonato Mundial de Futebol. Além disso, terá que abastecer o site Extracopa (http://wp.clicrbs.com.br/ extracopa). O jornalista diz que um outro desafio dele e de outros integrantes da RBS na África é fazer algo particular, diferente. “Há sempre uma brecha para se fazer algo que fuja do trabalho apresentado pelas grandes empresas de comunicação, como é o caso da Rede Globo”.
terça-feira, 1 de junho de 2010
J.B. Telles: o titular das copas
Ele vai para a sexta Copa do Mundo de Futebol. Passou pela Itália (1990), Estados Unidos (1994), França (1998), Coréia do Sul/Japão (2002) e Alemanha (2006). Agora está de malas prontas para a África do Sul. Em três oportunidades cobriu o campeonato pela Rede Brasil Sul de Comunicação, RBS, e desta vez vai representar a Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert).
Trata-se de J.B. Telles (foto ao lado), jornalista que no Continente Africano usará de sua experiência para fazer dois comentários diários sobre a seleção brasileira e adversários, bem como a respeito do clima que envolve o maior evento esportivo do planeta. Os comentários do catarinense, da cidade de Rio do Sul, estarão no site da Acaert (http://www.acaert.com.br/) à disposição de emissoras conveniadas: 106 rádios AM’s e 96 FM’s.
J. B. Telles esteve na noite de segunda-feira (31/05) no auditório do Tribunal de Contas, em Florianópolis, participando do projeto Papo de Jornalista, uma parceria entre Associação Catarinense de Imprensa, Acaert, Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina e Associação dos Cronistas Esportivos de Santa Catarina. J.B. Telles “bateu bola” com outros profissionais da comunicação que estarão, pela RBS, na Copa do Mundo: Roberto Alves e Edmílson Ortiz.
Jornalistas participam de evento sobre Copa do Mundo
no dia 31/05, em Florianópolis.
Da Esquerda para direita: Ademir Arnon (ACI), Edmílson Ortiz
(RBS), J.B. Telles (Acaert), Marise Westphal Hartke (Acaert), Roberto
Alves (RBS), Paulo Scarduelli (Estácio de Sá), Marcos Castiel (RBS).
segunda-feira, 31 de maio de 2010
A Era do Radioteatro
Chega em boa hora o livro “A Era do Radioteatro” (R$ 35,00), que leva a assinatura do professor universitário Roberto Salvador. A obra, com 340 páginas, relata as encenações radiofônicas no Rio de Janeiro com histórias , depoimentos e fotos de época, lembrando a contribuição de atores, produtores, roteiristas, sonoplastas, músicos e técnicos para este tipo de lazer e entretenimento, tão difundido, principalmente nos anos 1940, 1950 e 1960. O selo é da Gramma Editora (www.grammanet.com.br).
Esta obra se soma a algumas já existentes, a exemplo de “Bem Lembrado” (Raquel Grabauska e Mirna Spritzer), que fala sobre o radioteatro em Porto Alegre, e “O Que é Radioteatro” (Ricardo Medeiros), que traça um panorama do gênero desde os tempos do folhetins até a chegada das histórias em série no meio radiofônico.
Outra boa notícia é o anúncio da constituição do Núcleo de Radiodramaturgia das rádios Nacional e MEC, ligadas à EBC, Empresa Brasileira de Comunicação. Nesta parceria consta a SOARMEC – Sociedade de Amigos Ouvintes da Rádio MEC. Com a constituição do núcleo, a idéia é a produção e encenação de peças completas e radionovelas, com o apoio de diversas instituições, como escolas de teatro, grupos de teatro amador, comunitário e universitário.
sábado, 3 de abril de 2010
As pessoas têm gostos e votades

O rádio surge oficialmente nos anos 1920 e se torna a sensação das massas. Algum tempo depois, o veículo começa ser analisado com profundidade, nos anos 1940, pelo matemático, sociólogo e estudioso dos meios de comunicação, Paul Lazarsfeld. Ele fez uma pesquisa com sua equipe a respeito dos efeitos desta mídia sobre as pessoas. Ao contrário de outras opiniões, a conclusão geral foi que o meio de comunicação possuía um poder limitado.
Em relação ao radioteatro, ele chegou à posição que as radionovelas (soap-opera-em inglês) e as publicidades inseridas nelas não atingiam as pessoas como indivíduos sem gostos e vontades. Isto é, a persuasão e sedução emanadas do aparelho de rádio não tornavam as pessoas vítimas fatais.
Outra conclusão foi que os ouvintes não se interessavam todos da mesma forma pelas encenações. Havia pessoas que acompanhavam a dramaturgia todos os dias, enquanto que outras as ouviam apenas alguns dias da semana.
Os ouvintes também não se expunham da mesma maneira. Muitos ficavam “colados” ao rádio durante dois ou três períodos da jornada. Por outro lado, havia pessoas que decidiam ouvir novelas apenas em um período: manhã, tarde ou à noite.
Em se tratando de publicidade, no momento das novelas de rádio, é preciso dizer, conforme Lazarsfeld, que uma parte do público levava mais tempo que outros ouvintes para fazer escolhas entre os produtos e marcas anunciadas. As decisões levavam em conta igualmente a opinião de parentes e amigos que estivessem juntos acompanhando os folhetins eletrônicos.
Paul Lazarsfeld iniciou sua formação acadêmica na Universidade de Viena, na Áustria, onde obteve, em 1925, o título de doutor em matemática. No ano de 1933 ele foi morar nos Estados Unidos, quando assumiu a direção do Gabinete de Pesquisa Radiofônica na Universidade de Princeton.
Em 1940, Paul Lazarsfeld virou professor do departamento de sociologia da Universidade de Columbia, instituição na qual desenvolveu outras diversas pesquisas na área da comunicação. Entre os livros publicados por ele estão: The People’s Choice, Radio Listening in America e Voting.
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